Um rapaz anda pela noite escura, em uma cidade que dorme, o vento corta seu rosto e uiva para a lua.
Anda calmo e desatento até alguns instantes atrás, agora um arrepio corre por sua espinha e então olha rapidamente na contramão.
Foi apenas um sentimento ruim ou havia alguém atrás daquela árvore?
O caminho continua, deve ser algo da mente, pensa o rapaz. Mas agora já é tarde. Um machado afiado, cravado em sua mente já não deixa mais dúvidas.

Nenhum comentário:
Postar um comentário